TCE II


Ponto A.1

Este blog foi criado no âmbito da unidade curricular TCE II - Tecnologias da Comunicação Educacional II, pelas alunas Carolina Sousa e Rita Pereira do 1º ano da licenciatura em Educação da Universidade do Minho.
Tem como principal objectivo tornar-se um portefólio digital onde vão ser apresentados os trabalhos realizados desta unidade curricular.
Decidimos também tratar de um tema do nosso interesse para enriquecer o portefólio digital. Sendo que a moda foi um tema que despertou ambas, decidimos ir ao longo do portefólio digital falar sobre moda articulando com os trabalhos propostos pela docente desta unidade curricular.E é a partir daqui que surgiu o nome "Tendências, Cultura e Elegância" (as siglas da unidade curricular).

Ponto A.2

Após a professora ter apresentado as actividades a levar a cabo nesta unidade curricular ambas ficamos um pouco receosas porque, apesar de já termos trabalhado no blogspot, já a algum tempo que nao o fazíamos. Criar um blogue, ao contrário do que se possa imaginar, é uma tarefa simples e rápida de ser executada, no entanto para quem encontrar dificuldades existem milhares de artigos disponíveis que falam sobre o assunto. O nosso blogue foi criado no blogspot e foi logo nos primeiros passos de criação  do nosso portefólio digital  que as dificuldades começaram a surgir. Entre elas estava o facto de não conseguirmos personalizar o fundo de ambiente do blogue. No entanto após algumas informações  fornecidas por parte de amigos que dominam este assunto e pesquisa de artigos relacionados ficamos aptas para desenvolver o trabalho proposto pela docente da unidade curricular.
Sem dúvida, que o facto de voltar a trabalhar no blogue veio-nos enriquecer a nivel tecnológico, pois voltamos a aprender  a trabalhar com esta "ferramenta" que tanto nos pode vir a ajudar a nivel de trabalhos académicos.

Pontos A.3
 
A utilização dos computadores, como de todas as outras tecnologias, ganha cada vez mais espaço na sociedade e na vida das pessoas. A tecnologia faz parte do dia-a-dia de todas as pessoas e fica muito difícil imaginar como seria a vida moderna sem as facilidades que ela proporciona. Nós, como estudantes, não sabemos como seria possível realizar e concretizar todas as tarefas que nos são propostas, sem estas tecnologias, sem um computador. São, as tecnologias, uma grande ajuda para aceder a informação e interpretá-la. A rapidez com que as respostas são obtidas, e a facilidade de obter informação, é cada vez mais e melhor. É no computador, que hoje em dia, fazemos e organizamos as nossas vidas. Para além das redes sociais, que servem, apesar dos aspetos negativos, que os há, mas que nos permitem estar em constante contacto com as pessoas, sem termos de nos deslocar ou esperar, e o blogue é um bom exemplo disso. Cada vez mais, as pessoas precisam destes meios tecnológicos nas suas vidas, para conseguirem organizá-las, já não é possível trabalhar num escritório por exemplo, sem que a existência de um computador e o acesso à internet não existam. Estamo-nos a tornar dependentes destas máquinas, e destes avanços tecnológicos. Este blogue, portefólio digital, que tivemos de realizar para a unidade curricular, Tecnologias da Comunicação e Educação, sem o acesso à internet não seria possível a sua realização, nem a sua concretização. Foi através de um computador e com o acesso à internet que se tornou possível. Como futuras técnicas superiores de educação, a criação de um blogue é de extrema importância no contexto social, político e pedagógico em que hoje estamos inseridos. Actualmente, podemos considerar que o blogue é cada vez mais uma expressão pessoal de cada indivíduo, uma fonte de opiniões e ideias, usado essencialmente na divulgação de informação. Assim sendo o blogue, não é só uma ferramenta de publicação mas também uma ferramenta de comunicação permitindo o progresso de projectos de colaboração e partilha mas também de debate e confronto de perspectivas.

Ponto B.1

“Epic 2014” é um filme de animação americano do género flash movie publicado em Novembro de 2004 por Robison Sloan e Matt Thompson. O filme “Epic 2014” analisa os efeitos que a afluência das redes sociais, das tecnologias como os blogues, os agregadores de notícias como o Google news tem sobre o jornalismo em geral. O filme “Epic 2014” faz algumas adivinhações sobre o que irá acontecer até a esta data (2014) com algumas empresas que começavam a surgir na época como é o caso do Google e também do The New York Times. Ao longo do filme é nos apresentada uma evolução temporal dos principais acontecimentos que contribuíram para a evolução das tecnologias da informação e comunicação, ou seja Epic 2014 retrata um passado, um presente e um futuro do mundo tecnológico como o conhecemos. O filme “The machine is us” remete para a ideia de um ciclo interminável. Por um lado, são os seres humanos que tornam a utilização da tecnologia e a transmissão de informações através da Web em algo extremamente imprescindível, mas o facto de inserir continuamente dados no sistema estão a acrescentar algo novo ao conhecimento, e portanto estão a alimentar o sistema contribuindo para que este adquira uma maior complexidade. Como é referido no filme, nós ensinamos a “máquina”. Por sua vez, o vídeo “Saramago e Janela da Alma”, o entrevistado faz uma análise crítica à forma como as pessoas estão a utilizar as novas tecnologias, e a influência destas no quotidiano das mesmas, Saramago chega mesmo a criticar que as coisas não se tornam boas por serem modernas. É fácil, a partir da visualização dos três vídeos fazer uma ligação entre eles. Os três relatam a crescente evolução tecnológica. Desde a criação das novas tecnologias que estas têm vindo a ser usadas desenfreadamente e isso veio ao longo dos tempos trazendo problemas aos que utilizam as novas tecnologias de forma excessiva. A evolução digital entrou nas nossas casas e acabou por influenciar o nosso modo de vida. As novas tecnologias são usadas em todas as áreas, desde a saúde à educação. Relativamente à educação, as novas tecnologias têm um papel profundo na sociedade. Elas proporcionam novas vivências e práticas escolares, novas investigações científicas, novas concepções acerca da natureza dos saberes, valorizando o trabalho cooperativo entre outros aspectos. É importante ter presente o uso das novas tecnologias na educação, já que estas permitem uma compreensão profunda do mundo em que vivemos enriquecendo o conhecimento. Com o aumento da problemática das novas tecnologias é importante educar a população para o uso destas ferramentas, sendo fulcral ter bom senso no uso das mesmas, não nos deixar dominar por estas máquinas e nunca esquecer os nossos valores sociais assim como as relações interpessoais.   

                                                               


Ponto B.2


                              
                                  Figura1. Cronologia do filme "Epic 2014"

C.1

 Ambientes virtuais (software social, second life, jogos, outros)

Nesta primeira fase, em relação aos ambientes virtuais, utilizamos como fonte de pesquisa o Google. Escrevemos neste motor de busca “ambientes virtuais” onde vários resultados nos foram apresentados (no total cerca de 1.090.000 resultados).
Optamos pelo terceiro resultado onde nos faz uma breve explicação do que são estes ambientes:

 
“Os ambientes virtuais criam um poderoso sentido de imersão dentro de um modelo computorizado. Os participantes estão imersos e rodeados por informação tridimensional. O interface é de uso muito intuitivo quando se explora um tal ambiente, na medida em que as pessoas tendem a criar uma realidade virtual, a reproduzir os movimentos do mundo real. Quando querem olhar numa direcção diferente, viram a cabeça, como o fazem em espaços reais. Ou seja, desenvolvem-se os sentidos como se estivessem na realidade dentro do modelo. Quanto mais realistas forem as representações virtuais, mais "real" é esse sentimento de realidade, daí muitas vezes ser utilizado o termo de hiper-realidade. É vulgar ouvir as pessoas que estão a passar por tal experiência fazerem comentários do género: "O que é que estará por detrás daquela porta?", ou "Já me perdi. tenho que voltar para trás", ou ainda, depois de terminada a experiência, "Quando lá estava...". As pessoas sentem-se como se na realidade lá estivessem. Nenhuns outros media, quer o cinema, quer a televisão, os livros, a música, são capazes de gerar impressões tão vivas de efectivamente estar nesse local. Para que a simulação seja perfeita, são necessários aparelhos que reproduzam o andar, o olhar, e mesmo o sentir, através, por exemplo, das DataGlove, ou luvas sensitivas, que já permitem fazer operações cirúrgicas à distância, bem como manejar vários instrumentos, através de uma presença que apenas existe em termos cibernéticos. Embora seja claro que os interfaces virtuais podem criar a ilusão de estar presente num modelo computorizado, pouco se sabe sobre a representatividade dos espaços virtuais em relação aos reais. Os componentes tecnológicos são todos desenhados para simular espaços de modo a que sejam apercebidos da mesma forma que os espaços reais: os Eyephones apresentam o modelo em 3D, os dispositivos de localização de posição marcam o ponto de vista do observador à escala real, acompanhando os movimentos da sua cabeça. É porém ainda difícil afirmar que os espaços virtual e real são apercebidos de maneira semelhante, se forem semelhantes.”


Ponto C.2


Contexto institucional UM – a migração para a net (iniciativa campus virtual, repositorium, laboratórios virtuais (repositório e conteúdos)).

Neste segundo ponto, utilizamos também o Google como motor de busca, uma vez que este nos apresenta sempre vários resultados, e podemos aprofundar a nossa pesquisa (cerca de 12.900.000 resultados). Para a pesquisa de “Campus virtual”, a nossa opção foi  o primeiro resultado, uma vez que era referente à nossa universidade (Universidade do Minho).

Campus virtual

“Ao longo dos anos, temos assistido ao desenvolvimento da tecnologia, a um ritmo cada vez mais acelerado. Em concorrência com este desenvolvimento acelerado, os seus utilizadores têm cada vez maiores expectativas em relação aos novos frutos desse desenvolvimento. Os alunos esperam maior mobilidade, flexibilidade e personalização do seu espaço de aprendizagem e de interacção administrativa com a Universidade. Os docentes cada vez mais dependem de ferramentas electrónicas robustas e eficientes para melhorarem o seu desempenho nos espaços de ensino e investigação. Os funcionários desejam informação cada vez mais específica e precisa, de fácil acesso e sempre disponível. No entanto, e apesar dos investimentos continuados em tecnologias de Informação, realizados pela Universidade do Minho, não tem sido possível acompanhar as expectativas dos seus utilizadores.
Consciente deste desafio, e por forma a responder a estas expectativas, a Universidade do Minho lançou um processo de reflexão interna sobre o papel das Tecnologias de Informação no suporte à sua Missão, no seio do qual se articulou uma Visão assente nos seguintes princípios."


Repositorium

“O RepositóriUM é o repositório institucional da Universidade do Minho, constituído com o objectivo de armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual da Universidade do Minho em formato digital. O RepositóriUM pretende reunir, num único sítio, o conjunto das publicações científicas da UM contribuindo desse modo para o aumento da sua visibilidade e impacto e garantindo a preservação da memória intelectual da Universidade do Minho.”


Laboratórios virtuais (repositório e-conteúdos)

O repositório de e-conteúdos é um espaço para conteúdos educativos da TecMinho/Universidade do Minho, constituído com o objectivo de armazenar, preservar, divulgar e dar acesso aos recursos didácticos e pedagógicos em formato digital produzidos na TecMinho e Universidade do Minho (apresentações, exercícios, questionários, Packages, fichas pedagógicas, resumos, etc.).”


 
Ponto C.3

 
Software livre (open source, definição e exemplos) direitos de autor  (creative commons e Gnu General Public License) plataformas de gestão da aprendizagem (Moodle, caracterização muito breve).
 
Software livre (open source, definição e exemplos)

 
“O termo código aberto, ou open source em inglês, foi criado pela OSI (Open Source Initiative) e refere-se a software também conhecido por software livre. Genericamente trata-se de software que respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation, compartilhadas também pelo projeto Debian, nomeadamente em "Debian Free Software Guidelines (DFSG)". Qualquer licença de software livre é também uma licença de código aberto (Open Source), a diferença entre as duas nomenclaturas reside essencialmente na sua apresentação. Enquanto a FSF usa o termo "Software Livre" envolta de um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo "Código Aberto" sob um ponto de vista puramente técnico, evitando (propositadamente) questões éticas. Esta nomenclatura e discurso foram cunhados por Eric Raymond e outros fundadores da OSI com o objetivo de apresentar o software livre a empresas de uma forma mais comercial evitando o discurso ético.”


 
Direitos de autor
Creative Commons

Esta licença surgiu na expectativa de flexibilizar a utilização, a execução e distribuição de
obras (musicas, textos, flmes, etc.). Ao aderir à licença Creative Commons, alguns direitos de autor ficam reservados, no entanto, permite que todos os interessados possam copiar e distribuir as obras do autor/criador. Esta licança não permite utilizar as obras como finalidades comerciais e também não possibilita alterar, transformar ou até mesmo criar novas obras com fundamento nas obras originais. Os interessados nas obras ao divulga-las devem fazer referência ao autor original.

Gnu (General Public License)
A Gnu (General Public License), é um tipo de licença direcionada para software que concede a liberdade de compartilhar e alterar a distribuição dos mesmos. Esta Licença Pública Geral garante várias liberdades aos utilizadores, tais como, a liberdade de executar, estudar e aperfeiçoar o programa, permitindo redistribuir cópias por toda a comunidade. Contudo, alguns direitos de autor ficam resguardados, proibindo os utilizadores de negarem esses direitos ou solicitarem a sua abdicação, bem como, aplicando certas responsabilidades sobre a modificação ou distribuição do software.


 
Plataformas de gestão de aprendizagem
Plataforma de gestão de aprendizagem Moodle e Comunidades de Prática – uma perspectiva
“A utilização de plataformas de gestão aprendizagem (Learn Mannagement System) nas escolas portuguesas tem vindo a generalizar-se de uma forma crescente, com especial relevância para a plataforma Moodle.
A esta opção não terá sido alheio o facto de a nível institucional, através da equipa do CRIE ( Computadores, Redes e Internet nas Escolas, actual ERTE-PTE) ter sido implementado como veículo privilegiado de divulgação de informação e iniciativas institucionais e para prestar apoio a uma comunidade que se pretendia criar, promover e dinamizar, em torno da criação de figura dos coordenadores TIC nas Escolas. Os Centros de Competência que tinham como função seguir acompanhar os Planos TIC das Escolas, de novo, através dos seus coordenadores TIC, adoptaram-na também para os mesmos fins, as acções de formação sobre a sua utilização multiplicaram-se e os Centros de Formação passaram a utilizá-la nas diversas regularmente. Institucionalmente, passou a ser disponibilizado espaço de alojamento gratuito para as Plataformas Moodle das Escolas, quer através dos Centros de Competência quer através da FCCN. Estavam assim criadas as condições determinantes para a adopção por parte das Escolas, desta Plataforma e não de uma qualquer outra.
As razões desta “escolha institucional”, largamente explicitadas aquando da divulgação da plataforma e das acções de formação subsequentes, prenderam-se com o facto de a plataforma Moodle ser:
- De utilização gratuita;
- Simples de utilizar,;
- Ser de código aberto."

O motor de busca utilizado para a pesquisa destas definições, como já referimos ao longo do trabalho, foi o Google. Vários resultados nos foram apresentados, o que contribuiu muito para a realização e concretização destas bucas. Encontramos sites, blogues, que foram funtamentais.

Ponto D
Comentário Critico sobre  capitulo 5 " Do armário ao curral, neo- estereotipia em In & Out" do livro Pensar Queer: Sexualidade, Cultura e educação"

Nome da obra: Pensar Queer: Sexualidade, cultura e educação
Autores: Susan Talburt e Shirley R. Steinberg
Indicie da obra.
- Prefácio: Chegar até aqui- Shirley R. Steinberg (págs.7-9)
- Introdução- William F. Pinar (págs. 11-22)
-Capítulo 1: O pé esquerdo de Dante atira a teoria queer para a engrenagem- Mala Movis (págs. 23-24)
- Capítulo 2: Política de identidade, resposta institucional e negociação cultural: significados de um gabinete homosexual e lésbico num campus- Susan Talburt ( págs. 45- 73)
- Capítulo 3:  Uma teoria queer, ler a teoria da complexidade como um imperativo moral e ético- Bront Davis/ Dennies J. Sumara (págs. 75- 105)
- Capítulo 4: Transgressão e corpo localizado. género, sexo e professor homosexual- Eric Roffes (págs.107-133)
- Capítulo 5: Do armário ao curral. neo- estereotipia em In & Out- Shirley R. Steinberg (págs.135-144)
-Capítulo 6: Escolhendo alternativas ao Well of loneliness - Rob Linné (págs. 145- 159)
- Capítulo 7: Nutrindo imagens, paredes sussurrantes: integrações de identidade e ampliação de poderes no local de trabalho académico-  Townsend Prince- Spratlen (págs. 161- 174)

 
A obra “Pensar queer” relata a história de um professor universitário africano que se assume como sendo homossexual e que tem como grande objetivo a luta pela aceitação dos homossexuais por parte da sociedade. Este professor universitário  demonstra uma enorme coragem ao tomar a iniciativa de se assumir como gay perante a sociedade que se diz impulsionadora da multiculturalidade mas que na verdade continua a exercer uma discriminação naqueles que se assumem como diferentes.   Esta obra, pretende lutar contra a diferença e chamar a atenção dos educadores para a promoção da igualdade de escolhas.
No capítulo 5, a autora faz uma análise critica ao filme “In & Out” juntamente com  os efeitos  negativos que o filme cria na tentativa de liberalizar a queeridade.  O grande objetivo deste do filme “In & Out” é poder tornar a homossexualidade aceitável perante a sociedade. Contudo a abordagem do próprio realizador, Rudnick é imperfeita. A abordagem que Rudnick faz à homossexualidade é imperfeita isto porque: ele utiliza “os defeitos” da homossexualidade para reforçar as suas personagens queer a fim de acalmar os medos que os espectadores possam ter em relação à homossexualidade; não permite que uma das suas personagens tenha relações sexuais, ou seja o amor e sexo não são tratados de forma clara no filme, e de facto esta cena iria ajudar a ultrapassar o medo da ideia de que a homossexualidade poderá realmente existir; não se tenta problematizar a essência da “ homossexualidade autêntica” , assume-se que todos os homossexuais são efeminados , artistas e identificados pela falta de virilidade e não são dignos da descrição masculina.Tal como a autora nos diz “ os filmes de Rudnick ajudam os espectadores a aceitar a revelação de orientação sexual, a sair do armário mas encurrala a queeridade num espaço contido com atributos definidos e sexo”.No nosso ponto de vista, a homossexualidade é algo que faz parte das nossas vidas e atualmente não pode sofrer de racismo, apesar de ser muito frequente, principalmente no nosso meio, serem ouvidos comentários do género “se fosse meu filho levava uma tareia” ou “que pouca vergonha”. Neste tema, há certos aspetos a serem entendidos e aceites pela nossa sociedade como por exemplo: a homossexualidade é o gosto e a atração sexual de cada um e isso não tem como mudar; os casais homossexuais são iguais a um casal dito “normal”, entre homem e mulher, porém na homossexualidade são pessoas do mesmo sexo, a população, não só no nosso país, mas a nível mundial ainda não aceita estas normas, pois continuam a achar um comportamento repugnante ver pessoas do mesmo sexo a beijarem-se em locais públicos, porém este é um direito de liberdade já há muio tempo alcançado.  Em suma, é deveras importante que a sociedade do nosso tempo aprenda a lidar com a diferença para que possamos continuar a progredir, isto é enquanto não se aceitar cada pessoa como sendo única, pondo de lado as diferenças nunca se irá conseguir avançar para uma sociedade tolerante dianta da diferença.


Fig.2 Capa do Livro " Pensar Queer: Sexualidade, cultura e educação"

Ponto E

Ana Rita Pereira


Síntese: O vídeo apresenta através de imagens e em cerca de um minuto a vila mais antiga de Portugal. Ponte de Lima é considerada a vila ais antiga de Portugal por parte dos historiadores e foi fundada no século XII pela Rainha D.Teresa a 4 de Março de 1125. Decidi retratar Ponte de Lima num minuto porque esta foi a vila que me viu nascer e continua a ver-me crescer, por isso achei interessante mostrar a beleza natural da minha Terra aos meus colegas de curso.


Guião:



Carolina Sousa

Síntese: No vídeo, faço um pequeno resumo com fotografias, a maioria tiradas por mim, e a minha narração. Trata de um dia muito importante para mim, o concerto da Briteny Spears, a minha cantora favorita. Tentei mostrar e descrever o que fiz, o que aconteceu, o percurso, até ao concerto

Guião:




Actividade extra

No dia 15 de Junho, decidimos visitar o museu dos Terceiros no âmbito da unidade curricular Tecnologias da Comunicação Educacional visto que nao vamos poder estar presentes na visita de estudo em que turma vai participar . O museu dos Terceiros localiza-se em Ponte de Lima, foi inaugurado no ano de 1977. Este museu é constituido pela igreja de Santo António dos Frades, pela igreja da Ordem Terceira de São João Francisco e edificios anexos. O museu dos Terceiros é um museu de arte sacra. Aquando da nossa visita estava patente neste museu e até a fins de Junho a exposição "Presidentes de Portugal- Fotografia" promvida pelo museu da Presidência da República. A exposição acompanha as personagens que exerceram o mandato presidencial ao longo de 100 anos de República, desde Manuel de Arriaga ate Aníbal Cavaco Silva. Foi bom poder recordar certos presidentes e poder conhecer alguns que até à data ainda nao tinha ouvido falar nada à cerca deles.Foi sem dúvida uma tarde muito enriquecedora e aproveitamos desde já para vos convidar a conhecer este Museu. Vá, apressem-se!

                                                  
                                               Fig.3 Exterior do Museu dos Terceiros




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